Poco surge nas redes sociais indicando o lançamento do Poco F2 | Pocket News #19

A Poco volta a se movimentar nas redes sociais, preludiando o lançamento do Poco F2

 Após todos os rumores e vazamentos, a Poco finalmente tomou uma posição oficial a respeito do lançamento do tão aguardado Poco F2. A empresa publicou em suas redes sociais teasers que indicam que a chegada do novo dispositivo pode estar próxima.

Esse dispositivo será o sucessor do Pocophone F1, que chamou a atenção do público global por conta das suas excelentes especificações por um preço muito baixo em relação a dispositivos semelhantes no mercado.

Agora, voltando a se movimentar dentro do mercado global, a Poco dá indícios que o lançamento do seu novo aparelho poderá ocorrer ainda neste mês.

Para quem estava por fora, a Poco não movimentava as suas redes sociais desde março de 2019, levando um pouco mais de um ano para que se comunicassem com os seus seguidores.

Ao contrário do que normalmente se esperaria, esse silêncio por parte da empresa apenas deixou os seus seguidores cada vez mais ansiosos para a chegada do novo dispositivo, que ainda não possui especificações confirmadas.

Por enquanto, seguimos com o que nos foi apresentado por rumores, que dizem que a versão global vai ser completamente diferente da indiana, e que podemos esperar um dispositivo com processador Snapdragon 865, conexão 5G e bateria com capacidade de 4700 mAh.

Ainda há rumores que dizem que a versão global do Poco F2 será um Redmi K30 Pro com um novo nome, algo que foi evidenciado pela certificação da Google Play Store.

Fontes que trabalham com a Xiaomi também vazaram que o aparelho poderá ter as variantes de 6 ou 8 GB de RAM e 128 e 256GB de armazenamento interno. Saindo pelos valores de 649 euros – que daria algo em torno de R$ 3.964 – e 749 euros – convertidos para R$ 4.575.

 

Xiaomi é acusada de espionar usuários até mesmo no modo anônimo

A Xiaomi foi acusada de coletar dados de navegação de usuários sem o consentimento deles, algo que se mantinha ativo até mesmo no modo anônimo. Além disso, os acusadores também afirmam que a empresa faz a mesma coisa em diversas outras atividades dos dispositivos.

Segundo a Forbes, o navegador padrão da empresa grava, armazena e envia para fora todas as atividades possíveis, como lista de sites visitados, buscas realizadas, metadados do dispositivo e até consumo de notícias.

As acusações ainda contam com o respaldo dos especialistas Gabriel Cirlig e Andrew Tierney, que chegaram nas mesmas conclusões. Segundo eles, a empresa não poupou nem o “modo anônimo” da coleta de dados, até mesmo para o Mi Browser Pro e o Mint Browser.

Isso foi comprovado, uma vez que pesquisas de sites adultos feitos em modo anônimo apareciam na lista de dados. Todas essas informações aparentemente são enviadas para servidores remotos da empresa em locais como Cingapura e Rússia, com domínios registrados na China.

Entretanto, o que torna tudo ainda mais preocupante, é que essa coleta de dados ainda foi feita de uma maneira precária, onde foi utilizada uma criptografia de fácil resolução, deixando os dados vulneráveis não apenas para a visualização da companhia, mas também a roubos e invasões de criminosos que poderão utilizar os dados para a aplicação de golpes ou roubos de senha, por exemplo.

Os dispositivos que foram testados e tiveram a invasão de privacidade confirmada foram o Xiaomi Mi 10, Xiaomi Redmi K20 e o Xiaomi Mi MIX 3, porém é bem possível que outros dispositivos da empresa também tenham as mesmas funções e vulnerabilidades.

Em resposta, a fabricante negou as acusações, que são “inverdades” e que “privacidade e segurança são preocupações máximas” para a empresa. Eles, no entanto, confirmaram que realmente coletam dados do usuário, mas dizem que fazem isso desvinculando suas identidades para evitar que possam ser rastreados e que eles apenas utilizam as informações para buscar melhorar a experiência dos usuários.

Porém, esses argumentos se tornam fracos, uma vez que temos provas, por conta dos sites adultos, de que até o modo anônimo estava sendo registrado, o que seria altamente dispensável na coleta de dados para melhorar a experiência dos usuários.

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